Conheça o ranking com os maiores campeões da história da Copa do Mundo


O esporte mais adorado e praticado no mundo é o futebol. Por isso mesmo, a Copa do Mundo atrai multidões de torcedores de todos os países que participam na competição. E quanto mais a seleção se destaca, mais os seus torcedores vão ao delírio!

Apesar de hoje em dia a cada Copa serem 32 seleções competindo pelo título, apenas 8 delas levaram a taça para casa desde a primeira edição em 1930. São elas:

Campeões (1 título)

Inglaterra (1966)

inglaterra

A única vez que os Ingleses venceram o tão cobiçado título de campeões do mundo foi quando jogaram em casa. O que não quer dizer que tenha sido fácil! Não, não! A final foi decidida na prorrogação contra a Alemanha com um gol bastante controverso de Hurst. A bola bateu no travessão, quicou na linha e saiu do gol. Na dúvida, o árbitro confirmou com o assistente e decidiram que tinha sido gol. Os ingleses já puderam comemorar! Mas só para sacudir a dúvida de vez, fizeram mais um.

Espanha (2010)

espanha

A Copa da África do Sul foi mesmo especial para a seleção espanhola que arrematou muitas vitórias e corações naquele ano! A seleção “furiosa” passou por toda a competição quase invicta, com uma defesa muito forte e sem ter tido nenhum jogador expulso. Tinham mais era que comemorar!

Bicampeões (2 títulos)

Uruguai (1930, 1950)

uruguai

A seleção uruguaia foi por muito tempo a principal estrela do futebol mundial. Não foi à toa que a primeira Copa do Mundo aconteceu no Uruguai, nem houve surpresa quando os anfitriões ganharam o campeonato. Já em 1950, a história era diferente. Em um recém-inaugurado Maracanã os uruguaios precisavam vencer a estrela da vez, o Brasil, que jogava em casa e por um empate. O clima de “já venceu” acabou sendo um combustível extra para a seleção uruguaia que calou um Maracanã lotado com um espetacular 3x1.

Argentina (1978, 1986)

argentina

Ganhar o primeiro troféu em casa já é quase uma tradição do Mundial. Com a Argentina não foi diferente. Em 1978, a Copa aconteceu em solo hermano e, em meio a muitas controvérsias, uma goleada suspeita e a falta no elenco de um rapazito chamado Diego Maradona, a Argentina foi campeã.

Em 1986, a seleção estava cheia de vontade de provar o seu valor e sacudir todas as controvérsias do seu primeiro título. Conseguiu! Com Maradona podendo dizer que levou o time nas costas e fazendo um dos gols mais lembrados da história, quando driblou quase metade do time inglês. Sim, teve gol de mão, mas teve muito futebol bom também!

França (1998, 2018)

franca

Como esquecer a vitória da França sobre o Brasil? Por mais que Ronaldo não estivesse bem de saúde e que o resto do time estivesse completamente abalado com a convulsão que o atleta sofreu horas antes da final, a vitória foi da França. Jogando em casa e com muito o que provar para os seus torcedores, já que não tinham se classificado para a copa de 1994, a seleção de Zidane e Didier Deschamps fez bonito em toda a competição e mereceu deixar a taça em casa.

Vinte anos depois, em 2018, a seleção francesa subiu novamente ao pódio. Desta vez, tendo Deschamps como técnico e o inspirado jovem craque, Kylian Mbappé de 19 anos, que anda a se equiparar nos recordes de nada mais, nada menos, que Pelé. Mas ele não se destacou sozinho, não. Grandes nomes como Griezmann, Kanté e Pogba também mereceram grande destaque durante o campeonato.

Tetracampeões (4 títulos)

Itália (1934, 1938, 1982, 2006)

italia

Mal a Copa do Mundo havia começado e a Itália já conquistou o bicampeonato! E, se a II Guerra Mundial não tivesse atrapalhado a realização do torneio, talvez tivesse conquistado mais títulos. Naquela época não havia páreo para a Azzura.

O tricampeonato veio em um ano em que o futebol italiano enfrentava um grande escândalo de fraudes em casa. Desacreditado, mas cheio de garra, o time pegou fôlego como nunca a partir das oitavas de final (contra o Brasil) e só parou com a taça nas mãos!  

Em 2006, ninguém apostaria que a Itália sairia campeã do Mundial, mas saiu e de cabeça erguida, afastando a sua fama de perder nos pênaltis. A final foi decidida nos pênaltis contra a França e quem saiu vencedora foi a Itália.

Alemanha (1954, 1974, 1990, 2014)

alemanha

Com um estilo de jogo focado na estratégia, a Alemanha sempre consegue ótimos resultados. Da primeira vez que levou o título, em 1954, o técnico Sepp Herberger orquestrou uma derrota para os favoritos húngaros durante a primeira fase, só para estudá-los. O resultado? Sabia exatamente o que fazer quando os enfrentaram de novo na final. Vinte anos mais tarde, desbancaram outros favoritos, desta vez, a Holanda.

Em 1990, uma Alemanha reunificada e vinda de uma década de vices-campeonatos encontrou na equipe de Beckenbauer o que precisavam para conquistar o tri. Depois disso, levou um tempo para a Alemanha preparar um novo time campeão e, em 2014, não teve para ninguém, com direito ao mítico 7x1 no Brasil e o despontar de Klose como o maior artilheiro de todas as Copas.

Pentacampeão (5 títulos)

Brasil (1958, 1962, 1970, 1994, 2002)

brasil

O grande campeão das Copas é o Brasil! Começando com a dupla imbatível, Garrincha e Pelé. Foram dois campeonatos seguidos que a taça veio para a seleção canarinho. Deu até inspiração para a famosa marchinha de carnaval “A taça do mundo é nossa, com brasileiro, não há quem possa…”

1970 foi o ano da última participação de Pelé em Copas do Mundo e a primeira de Zagallo como técnico. Foi também quando o Brasil foi a primeira seleção a conquistar o tricampeonato e ganhasse a Taça Jules Rimet de forma definitiva.

Depois de 24 anos de jejum, a seleção de 1994 fez todo mundo gritar “é teeeeetra!!”, há quem diga que Romário levou tudo nas costas, mas como esquecer as defesas de Taffarel, os passes de Bebeto e a garra de Dunga? A final foi apertada contra a Itália e a vitória veio nos pênaltis.

Em 2002, o Brasil vinha cheio de garra para se redimir pela derrota na final de 1998. E vinha com Felipão no comando. Amém! Depois de uma classificação difícil, a equipe contava com os 4Rs, Ronaldo, Rivaldo, Roberto Carlos e Ronaldinho Gaúcho para o ataque. Com Ronaldo voltando de uma difícil contusão no joelho e a torcida reclamando da não convocação de Romário, ninguém acreditava na conquista àquele ano.

Mas o time de Felipão venceu todas as partidas e chegou na final em pé de igualdade com a Alemanha. No primeiro tempo ninguém sacudiu a rede, mas no segundo, o Fenômeno Ronaldo achou o caminho para o gol duas vezes. Era Penta!

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